Atropelei o Calimero

The Wrestler

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009 by ocondutor | 0 comentários
Once a fighter, always a fighter... era assim que resumiria numa frase este The Wrestler. Mas o filme é muito mais do que apenas a história de Randy "The Ram" Robinson é o já badalado renascer da phoenix Mikey Roarke, e que regresso. Vou-vos poupar a todo o blá, blá blá que se acumulando para legitimar os prémios e a nomeação para os óscares. Mas, em jeito de comparação com o verdadeiro vencedor do óscar de melhor actor, diria que, apesar de Sean Penn conseguir uma performance brilhante, a ponto daquele comentário de Robert De Niro - qualquer coisa como: como é que te deixaram fazer tantos papéis de heterossexual - fazer todo o sentido do mundo, Rourke desaparece de cena e das nossas ideias dando lugar apenas ao personagem. É preciso dizer mais alguma coisa?

Depois, rezam as crónicas que o tuff guy Rourke deu o corpo ao manifesto e chegou mesmo a cortar-se numa das cenas do filme para, derramando o seu próprio sangue, ultrapassar a ficção e torná-la realidade. Props pra quem se entrega desta maneira. Props também para um senhor que se ouve a cantar durante o filme e cuja cantiga acompanhou Rourke na sua travessia no deserto enquanto actor, mas luta infernal no mundo do boxe: AXL Rose abdicou dos direitos de Sweet Child of Mine a favor do filme, é que o budget era bem apertado e não chegava para tanto. E a música cai que nem ginjas no filme e no momento certo.

Uma grande palavra de apreço ao realizador Darren Aronofsky que teve o bom senso de manter a sua escolha inicial de dar o papel a Rourke e, mesmo isso tendo significado certamente menos dinheiro para trabalhar, ter mandado o estúdio às urtigas e com ele Nicolas Cage, o homem sugerido pelos bosses... Eu nem quero imaginar... A ideia de ter a câmara sempre a seguir o herói e ao ombro, transporta-nos para o domínio documental. Se bem que quando é preciso os planos estáveis e seguros aparecem, quase sem os vermos.

cine
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Jimmy Kimmel on it's best

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009 by ocondutor | 0 comentários
via:/film

tv
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A noite dos óscares

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009 by ocondutor | 0 comentários

Feita a contabilidade dos óscares o resultado é: primeiro duas manchas pretas debaixo dos olhos e uma dorzinha de cabeça que nem com dois cafés safam, e esqueci-me do Gurosan... segundo Slumdog power.

Slumdog Millionaire confirmou o que já vinha a acontecer nos prémios anteriores e deu cabo da concorrência. As 13 nomeações de Benjamin Button foram mesmo sinónimo de azar, ou azar foi ter do outro lado o choque de culturas com a Índia? Podemos concordar mais ou menos, mas a verdade é que é o triunfo da diferença, da lufada de ar fresco, do risco, dos newcomers... Videoclip ou não, o cinema (tal como aqueles que falaram bem da cerimónia) é espectáculo e se querem ritmo...?

As surpresas para mim foram a não escolha de Valsa com Bashir para melhor filme estrangeiro. Mas não vi o filme vencedor e, por isso, terei de me render a este Departures: "Sank you, sank you, sank you, bery mash"... A segunda supresa é a não escolha de Mickey Rourke. Os músculos de nada valeram contra o mártir. Mas fora de brincadeiras, o Sean Penn está excelente no filme e terei de ver o Wrestles quando estrear esta 5ª feira para comparar.

Quanto ao host da noite, o Sr Jackman, compreendo todas as opiniões positivas que apontam para um mestre de cerimónias ao estilo Broadway e na novidade que trouxe. Mas pessoalmente prefiro o humor e as piadas incisivas para dipôr bem (como está na moda dizer-se) para o resto da noite. Os números musicais podiam entrar a seguir sem grandes problemas e com a mesma qualidade. Durante grande parte da cerimónia esqueci-me dele e bastaram 30 segundos de Tina Fey e Steve Martin para perceber como tudo poderia ter tido mais graça. Momentos cómicos: Ben Stiller a de barba a imitar Joaquin Phoenix, só lhe faltou rappar e cair redondo no chão. A dica do De Niro ao Sean Penn, qualquer coisa como: como é que te deixaram fazer tantos papeis como heterossexual? Mas de resto o humor andou muito arredado da noite, foi tudo à base de números musicais. Mesmo assim, gostei daquela peça do meio entre o Hugh Jackman e a Beyoncé.

Uma grande palavra para os videos com as diferentes categorias, estavam brutais. Então aquele dedicado aos filmes de acção foi de perder o fôlego.

cine
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Entrega dos Óscares

domingo, 22 de fevereiro de 2009 by ocondutor | 0 comentários

Diz que é hoje que as estatuestas dos tio óscar são entregues e meio mundo, eu incluído, vai acompanhar a festarola.
Pra início de conversa, estou curioso para ver como é que o Sr. Hugh Jackman se vai aguentar. Bem sei que, nos últimos anos, o tempo dado aos hosts para brilharem pouco mais tem sido do que o monólogo de entrada, mas ainda assim... A ver se nos consegue surpreender. Mas acho difícil, até porque ele prometeu que ia dar um show à australiana, ou seja, com uma bebedeira em cima e depois, para gáudio do publico feminino, cenas de nudez. Partindo do principio que ele não vai fazer nada disto e, como menos do que isto já não seria surpresa, teme-se o pior. Espero é que não se irrite porque se não teremos uma garras a saltar-lhe pelas mangas da camisa e não queremos isso, pois não? Se bem que uma cerimónia gore não era mal pensado...

Está também meio mundo a publicar as suas listas de favoritos. Não me vou perder em grandes considerações, até porque falho sempre. O melhor filme para mim é Slumdog Millionaire, acho que por arrasto o Danny Boyle leva a estatueta. Mesmo sem ter visto o filme, acho que o Micky Rourke vai levar o óscar de melhor actor. O Sean Penn já tem muitos lá em casa. A Kate Winslet leva o óscar que até já merece, não digo que é por causa deste filme, mas por ter dois excelentes filmes este ano e por ter feito tanta coisa boa antes e ter ficado sempre a chuchar no dedo. Como melhor actor secundário não há dúvidas, Heath Ledger. Chamar papel secundário àquilo que ele fez no último Batman é um insulto. Se é o melhor Batman de sempre não é por causa dos malabarismos daquela mota maluca que sai de dentro do batmobile... Bem sei que o personagem do two faces dá uma ajuda, mas nunca ninguém deu uma gargalhada daquelas. Para melhor actriz secundária gostava da Penelope Cruz porque faz o filme sozinha, mas também pode ir para a Marisa Tomei pelo que tenho ouvido e porque não terá outra hipótese tão cedo.

Para melhor filme estrangeiro, categoria de que gosto muito, o meu favorito é Waltz With Bashir por ser um filme de animação e ao mesmo tempo um documentário, muito bem sacado este filme. Para melhor filme de animação entregava a estatueta ao Wall-E porque foi o único que vi e o único que se afasta da história para crianças. No óscar de melhores efeitos especiais aposto em Benjamin Button porque de todos os filmes nomeados é o único em que não se dá pelos efeitos visuais. Aquela coisa do Brad Pitt ser velho e novo pouco tempo depois está tão bem feita que às vezes parece só maquilhagem. No melhor argumento original tenho aqui grandes dúvidas porque gostei de muitos dos filmes que aqui estão. O Wall-E, o Happy-go-Lucky e o In Bruges. Mas acho que vai ganhar o Milk porque o filme é melhor do que todos os anteriores. Melhor argumento adaptado é capaz de ir parar às mãos do Benjamin Button também. De um conto fizeram um filme enorme e fazer render "meia dúzia" de páginas em quase 3 horas de filme merece um prémio seja ele qual for. A melhor música para mim é "O Saya" de Slumdog Millionaire, e a banda sonora vem atrás. Mas a banda sonora do Milk ajuda mais a contextualizar o filme e não é tão folclórica. Do resto não falo, ou porque não vi. Ou porque me sinto pouco capaz de julgar categorias técnicas.

Falta dizer que já instalei a máquina de café ao lado da tv e já reforcei a lata onde guardo o cafezinho com mais um quilo fresquinho que acabei de comprar. As coca-colas também já estão a refrescar. Se quiserem acompanhar tudo e também comentar, o Ípsilon do jornal Público está a preparar uma coisa em grande e a Antena3 também.

cine
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Elbow - The Bones Of You

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009 by ocondutor | 0 comentários
Os meninos Elbow acabaram de ser anunciados como Best British Group nos Brit Awards. Um passarinho já me tinha falado muito bem deles, do disco e da música que se segue.

O website deles é fabuloso, parece que não acontece nada, mas passem com o pointer do rato em cima das letras e vejam o que acontece. Ah? É ou não é bom fazer música? Prometam é que não se deixam contentar por esta pequena amostra e sigam directo para o MySpace. Foi uma pena não os ter puxado para aqui mais cedo, um erro que se corrige rapidamente:

Elbow - 'The Bones Of You'

música
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Torradeira VHS

by ocondutor | 0 comentários
Já sei o que fazer com VHS lá de casa.


via: Gizmodo

bizarrices
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E estão entregues os Óscars...

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009 by ocondutor | 0 comentários


The Colbert ReportMon - Thurs 11:30pm / 10:30c
The DaColbert Code - Oscar Predictions
Colbert Report Full Episodes
Funny Political News
Christian Bale Parody
Joke of the Day

cine, tv
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310k # 14 - é ouvir, é ouvir

by ocondutor | 0 comentários
Aqui a menina Lily Allen recomenda o novo episódio do 310k, o podcast que alimento na companhia deste meu amigo. Falamos que nos desunhamos e, ainda assim, conseguimos fazer caber tudo em meia hora de show animado e cheio de graçolas forçadas, mas sempre com muito conteúdo. Façam o favor de ouvir, mesmo!!! É uma seca trabalhar sem público. Aqui fica o resumo:
"Miss Lily Allen is back! E como amantes que somos de meninas honestas, ainda que capazes de nos rebentar o coração e o ego, acolhemo-la de ouvidos bem atentos. A ela e à sua língua afiada. E como línguas e orelhas sãos duas coisas que combinam muito bem... Eh, pá! Isto agora está a ficar erótico... Ok, já chega!
Voltamos a ser geeks e damos um mergulho no "Praia das Maças" para as boas vindas a mais um grupo de podcasters tugas, estes de peso. De caminho experimentamos o novo sabor do Windows, o 7 e outra coisa gira feita pela Microsoft (parece impossível duas coisas boas vindas destes senhores) o Songsmith. O nome diz pouco, mas as potencialidades, meus amigos, são de ir às lágrimas de tanto rir.
E como é semana que antece os "Óscars" uma rápida passagem pelos nossos filmes favoritos. Por falar em favoritos digam lá que este primeiro eco de "Inglourious Basterds" não promete e muito? É o nosso momento zen."
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Para descarregar este episódio usa a seguinte ligação: episódio.

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podcast
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The Reader / Milk / Rachel Getting Married

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009 by ocondutor | 0 comentários
Este foi um fim-de-semana bastante produtivo em termos cinematográficos, como se pode adivinhar pelo título deste post.

Quando aqui há tempos soltei umas gargalhadas sonoras com o Extras de Ricky Gervais no episódio em que faz de figurante num filme de Kate Winslet sobre o holocausto, nunca pensei que a realidade pudesse acompanhar a ficção humorística. Na série, a piada era que Kate dizia a Gervais que já tinha sido nomeada umas quantas vezes, fazendo as contas foram cinco vezes, para óscares e que nunca ganhava nada. Mas que, com um filme sobre o holocausto, era limpinho: "Schindler's List, óscar; The Pianist, óscar". Se será desta ou não, ainda não sabemos porque a cerimónia é só no fim-de-semana que se avizinha mas, visto o filme, terei de dizer que merece, ainda por cima se tivermos em conta que rodou "Revolutionary Road" e "The Reader" um a seguir ao outro e exactamente por esta ordem. Se querem uma prova daquilo de que Winslet é capaz neste filme, imaginem que quase nos faz gostar e perceber uma mulher que foi guarda em Auschwitz e foi co-responsável pela morte dumas quantas prisioneiras num incêndio só porque esse era o seu trabalho...

Em relação ao filme, acho que grande parte do que me fascinou foi a história - fico agora com curiosidade para ler o livro e ver se o tom é o mesmo. Gosto dos filmes que me obrigam a não desligar deles, a seguir caminho até casa e ainda ficar a pensar no que acabei de ver. E não deixei de me questionar longamente sobre se não merecemos todos perdão, por mais horrendos que sejam os nossos actos e se mesmo na pior das pessoas não pode existir um lado bom, positivo e sensível. E como não somos melhores do que ninguém e capazes de fazer seja o que for, desde que não tenhamos grande alternativa.

Na minha modesta opinião, e julgando apenas por aquilo que o filme me afectou, está ao nível de "The Curious Case of Benjamin Button", ali no terceiro lugar do pódio para os óscars.

Outro filme de paragem obrigatória é Milk. A história do senhor Harvey Milk que lutou até à exaustão pela mudança na forma como as pessoas diferentes da suposta normalidade são vistas e tratadas por todos. Uma excelente realização que mistura imagens da época com fotografias e sem darmos por isso já estamos de volta ao filme. Sean Penn tem aqui mais um papel à medida da sua grandeza como actor e não deixa escapar a oportunidade de nos mostrar isso mesmo - da imagem de betinho empregado de escritório, à de sedutor envergonhado, à de rebelde lutador com look à la Eddie Vedder, tudo para ilustrar as diferentes facetas dum homem que teve de se encontrar para depois ajudar o mundo a encontrar-se com quem nada tem de venenoso ou contagioso para a restante população. Uma afirmação da diferença, neste caso no amor, e de como lutar por que essa diferença seja "normalizada" pela sociedade é uma luta que diz respeito a toda a gente e uma questão de direitos elementares, para quem ainda não o tinha percebido.

Não deixa de ser irónico que quando o senhor descola da sua causa e se torna político hábil tentando destruir aquele que nunca o ajudou acabe por sofrer a pesada consequência do acto. Daí à categoria de mártir foi um passo.

Há que admirar Anne Hathaway e a escolha deste filme. Podíamos pensar que seria apenas uma tentativa da menina que associamos a comédias românticas para ver num Domingo à tarde de contrariar a imagem e se envolver no mundo das actrizes crescidas. Pode não chegar aos calcanhares de Winslet, mas a nomeação para o óscar de melhor actriz é o reconhecimento de que conseguiu ir mais além do que se esperaria dela. Claro que quem faz filmes de princesas e comédias como "Get Smart" gera sempre grande desconfiança. E mesmo a passagem por Brokeback Mountain soube a pouco e até me pareceu que tinha uma imagem algo desfocada para o papel e para o filme e caracterizada de velha muito pior... Mas aqui não há nada disso.

Aqui há uma família aparentemente calorosa e compreensiva, mas que esconde em si tanto ressentimento que só dá vontade de lhes bater. A família pode ser bastante cruel, principalmente para alguém que só busca a redenção. É duro perceber que, apesar das ligações duma vida, as pessoas passam ao lado umas das outras e não se chegam a compreender absolutamente, antes se tentam condicionar e influenciar. Numa família parece que não há organismos autónomos e que cada um não tem o direito de ser como é. Podia pensar-se que o filme nos quer dizer que, no final, e graças ao casamento todos se iriam passar a compreender, nada disso. Antes cada um vai à sua vida percebendo ou não o que vai na cabeça do outro. E vai-se embora guardando na mesma os ressentimentos ou libertando-se deles, nunca vamos perceber. Não é uma imagem positiva, mas não deixou de me deixar a pensar em como por vezes a família pode ser tão distante daquilo que somos.

Outro dos aspectos laterais do filme são as misturas raciais que não são assunto do filme, estão lá como que naturais e, no fundo, é assim que devem ser. Uma palavra para o noivo que é nada mais, nada menos do que o vocalista dos "TV On the Radio" que acaba por ter muitos mais sorrisos do que falas. Outra coisa deliciosa é a realização ao jeito de vídeo de casamento. A propósito disto leiam o texto publicado pelo Ípsilon do Público na 6ª feira passada.


cine
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Santogold becomes Santigold

by ocondutor | 0 comentários
Caso ainda não tenham reparado a menina Santogold já não existe. Santigold é agora o seu nome. A noticia apareceu assim silenciosamente, pé ante pé para não causar grande alarido. Talvez por isso algumas das bíblias musicais ainda não tenham actualizado a informação que têm referente à cantora, mas na Wikipédia, malta atenta, já se pode ler Santigold apesar do link se manter santogold.

A mudança acaba por fazer algum sentido até porque no BI da menina pode ler-se Santi White como nome próprio. Uma questão de vogal que parece ter sido motivada por um artista algo desconhecido e que há anos usa o nome Santo Gold. Não deve ter gostado nada de ver o seu nome reciclado por outra pessoa e com ainda mais sucesso, digo eu.

A razão pela qual resolvi puxar o assunto para aqui é porque tive algum trabalho a actualizar os links que tenho para o MySpace e para os videos do YouTube da senhora, que entretanto já estão a ser alterados. No comunicado oficial a porta voz da menina diz que a verdadeira razão para a mudança não será nunca revelada. Mas gostei de ver transcritas as palavras: "mudem o graffitti da casa de banho, alterem a tatuagem e pintem novamente a t-shirt"... Malta bem disposta esta. No fundo, tudo não passa dum pretexto para colocar aqui a música e vídeo que se seguem, um dos highlights de 2008.


música
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Tempo livre a mais...? - parte II

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009 by ocondutor | 3 comentários
Aproveitando a embalagem das cromices anteriores, não resisto a partilhar mais esta:

via: Gizmodo

Bem sexy na hora de exibir o rabiosque, digamos, à babe... se bem que para ter esta bela ideia não deve ter de se debater com o problema. E já imaginaram o que pode acontecer ao nosso herói amarelo se ele entra pelo caminho errado?
Tanta dor para isto? Cá para mim é só calquitos...


bizarrices
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Tempo livre a mais...?

by ocondutor | 0 comentários
Já que o tema anterior foi Geeks a divertirem-se, o que vos parece estas duas empreitadas?





bizarrices
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Geek... not!

by ocondutor | 1 comentários
Quem diz que os Geeks informáticos não se sabem divertir?


net
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Slumdog Millionaire e as críticas

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009 by ocondutor | 0 comentários
imagem: foxsearchlight

As criticas negativas a Slumdog Millionaire têm dado que falar nos últimos dias, a ponto de levar pessoas bem respeitáveis a questionarem os excessos de linguagem e até excessos de cultura cinematográfica usados contra o filme.

Os primeiros ecos da conversa que estava a decorrer chegaram-me através de Nuno Markl que questionava esta crítica em particular e digamos que o fez de uma forma bem elegante. A leitura dos comentários deixados por outros leitores do blogue deste guia espiritual permite perceber a ira a crescer nos corações de muitos. O comentário do autor do blogue tok nu tako deu-me a pista para uma mais densa reflexão protagonizada por João Lopes, também ele critico de cinema mas no DN e SIC Notícias, no blogue que mantém com Nuno Galopim, o sound + vision. A dissertação é longa, está dividida em 5 partes, e exibe e responde às criticas de alguns leitores sobre o assunto. Mas foi esta última resposta, dada pelo Bruno Nogueira ao texto que o cinecartaz do Público exibe com a respectiva imagem bem sugestiva que me fez entrar nesta corrida.

Nogueira confesso que senti exactamente o mesmo que tu quando li as palavras do Luís Miguel Oliveira no Público. Também acho que quem vê um filme como Slumdog Millionaire e a única imagem que lhe fica na cabeça é a que usa para ilustrar o texto, e a prova é que o termina fazendo alusão a ela, é porque não viu o mesmo filme que toda a gente ou tem, enfim... problemas. Também vi o The
Darjeeling Limited do Wes Anderson, que é um maravilhoso filme, mas nunca me lembraria de os comparar. Ok, ambos se passam na Índia, ambos têm comboios, ambos mostram gente pobre da Índia, mas à parte disso não estou a ver... Wes Andersson mostra-nos "turistas" que vão à Índia para se encontrarem a si próprios e Danny Boyle tem de nos explicar o contexto em que cresceu Jamal Malik, um misero operador de Call Center de Mumbai, para percebermos o grande milagre que recebe ao resgatar o amor da sua vida e de, o pouco que sabe, ser o suficiente para fazer corar os egos de quem pensa que sabe tudo sobre as ambições de quem parece querer ser milionário. E por muitos filmes belíssimos, que eu não vi confesso, que me atirem para justificar que se trata duma visão de mau gosto não a consigo identificar, nem me parece que a conseguisse identificar se fosse ver o filme outra vez e já condicionado pela ideia.

Quanto à conversa de que na cabeça de Danny Boyle é tudo um grande Trainspotting, primeiro lamento que não se goste da banda sonora, eu adorei; segundo diz-se por aí que todos os realizadores têm um estilo e o de Boyle é este; terceiro Trainspotting é para mim um filme de referência e, como tal, até agradeço a comparação. Mas agora percebo será que a comparação com Trainspotting está mais uma vez fixada na viagem pelo mundo das sanitas e pelo episódio do lençol? Ai essa cabeça, sempre fixa em pormenores... Onde anda Freud quando precisamos dele?

Já sei que não podemos ter todos as mesmas opiniões e que me lembre nunca foi muito pacífica a relação entre críticos e publico de cinema. Mas usar uma conclusão de m**** e criticar o nariz do realizador é estar a pedi-las.


cine
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Inglourious Basterds - O trailer II

by ocondutor | 0 comentários

Afinal não foi preciso esperar tanto tempo, o trailer já cá canta em versão clean. Se conseguir ainda ponho aqui nova versão com melhor qualidade. Se não quiserem esperar por mim, espreitem aqui.

cine
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Inglourious Basterds - O trailer

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009 by ocondutor | 0 comentários
foto: /film

Diz que o público americano já passou os olhos pelas primeiras imagens de Inglourious Basterds, o novo projecto que Tarantino andou a rodar. As imagens foram exibidas no programa Entertainment Tonight! e já estiveram disponíveis no YouTube, mas como sempre nestas coisas alguém (Universal Pictures) as mandou retirar.

De qualquer das formas há um clip de promoção disponível aqui e diz que o Allocine.com vai ter o trailer disponível a partir de amanhã. Vá lá, 24 horas não é assim tanto tempo. Quanto ao filme diz o IMDB que deve aterrar nas salas ainda em Agosto deste ano.

P.S. Afinal alguém conseguiu descobrir imagens do programa em causa, obrigado ao
The Playlist.

cine
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Happy-Go-Lucky

by ocondutor | 0 comentários
Ainda não tinha tido oportunidade de falar deste filme aqui, mas há uns tempos que ando com este Happy-Go-Lucky debaixo de olho e ansiosamente à espera que estreie no nosso país. Pois que quis Deus e o meu Medeia Card que não fosse preciso esperar pelo dia da estreia para o ver.

Foi mesmo por um acaso que fui um dos felizardos a sair de sorriso rasgado nos lábios da sala de cinema - ele há filmes assim! Aparentemente foi pouca a promoção, falatório, vontade de ver o filme mesmo sendo ele "grates" para os primeiros 10 detentores do referido cartão. Eu devo ter sido dos últimos 10 a garantir a entrada porque faltavam uns 10 minutinhos apenas e safei-me... Conversa da treta à parte, o filme vale mesmo a pena e os prémios que o digam. Urso de prata em Berlim em 2008 para a actriz Sally Hawkins e Globo de Ouro já este ano também para a menina. E ,caso não tenham reparado, há uma nomeação na categoria de melhor argumento original
para aquela entrega de prémios que acontece em Hollywood e onde dão estatuetas parecidas com um tal tio Óscar. Mas aqui o prémio será para o realizador e argumentista Mike Leigh.

Resumindo e baralhando, andar em contra ciclo com o mundo, ser feliz e até parecer meio tontinha é coisa para a qual é preciso muita personalidade e força de vontade. Depois há coisas maravilhosas que acontecem, é semear para colher (esta saiu bem). Coisas menos maravilhosas? Para isso é preciso esbarrar de frente com um instrutor de condução, esse sim bem maluco. De resto, este filme é... é... é... you Know...? And she... she... she... well, you know what I mean... Se forem ver o filme percebem, prometo! Vão ser felizes, ela esforça-se tanto para dar um empurrão...

P.S. vá lá, seria uma pena que a avalanche dos filmes candidatos a Óscar vos fizesse perder belos momentos de gargalhada e vontade de ser feliz. Já me esquecia, por cá chamam-lhe Um Dia de Cada Vez... blergh!!! É por culpa de títulos destes que se perdem bons filmes.

cine
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Slumdog Millionaire

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009 by ocondutor | 0 comentários
E se um filme conquista o Óscar de melhor filme do ano isso é?

A. graças ao belo argumento e realização B. excelente fotografia
C. grande ritmo e banda sonora D. todas as anteriores e mais algumas

Só para dizer que junto a minha voz às apostas em Slumdog Millionaire para o Óscar de melhor filme. Sim, é uma aposta muito pouco arriscada dado o crescendo de reconhecimento que o filme tem vindo a conquistar.

Agora uma tirada moralista: mas isto o que importa é mesmo o filme, por isso, seja como for merece ser visto massivamente mesmo sem ganhar óscares ou prémios. Que tal?



cine
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Christian Bale na berlinda

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009 by ocondutor | 0 comentários
Começam a ficar famosos os "acessos de raiva" do actor Christian Bale. O episódio mais recente e que pode ser ouvido aqui deu-se no set de Terminator 4 quando um técnico de iluminação fez o favor de se passear em frente a ele, mas fora do alcance da câmara e lhe estragar uma cena. Eu estou contigo Bale, a mim se me estragarem a cena também sou gajo para ficar zangado.

Genial é ver as repercussões do caso pelos quatro cantos da Internet. Cheguei tarde à gravação, ouvi apenas este fim-de-semana, mas descobri que já havia uma quantidade de gente a dedicar um bom par de horas a ilustrar a ira do senhor com imagens e nas mais variadas situações. Como o melhor da net é mesmo partilhar, aqui ficam alguns exemplos, oito ao todo, com os cumprimentos do pessoal do /film.

Para falar verdade, não é de hoje que eu acho que aquele ar amalucado de The Machinist e de American Psycho não era um acaso... Recordo só aqui que ainda no ano passado foi noticia a valente peixeirada que armou com a mãe e a irmã, brincadeira que o levou a passar pela prisão para arrefecer as ideias. E que tal, gostaram deste último parágrafo à 24 horas.

net
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Anderson speaki, play, finis...

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009 by ocondutor | 0 comentários
Só porque me parece de inteira justiça eleger este senhor como um rei da comédia. Por mais vezes que veja estas sábias palavras e, ainda por cima, ditas de forma tão divertida rio-me como se fosse a primeira vez...


bizarrices, net
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Obsoleto...?

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009 by ocondutor | 1 comentários
Ainda nem estou em mim. Como é que se recupera duma notícia destas?

Então uma pessoa começa o dia e uma das primeiras notícias que lhe chega ao conhecimento é que o seu maravilhoso computador que tantas alegrias lhe dá, que corre todas as mais "recentes" aplicações, que continua muito aí para as curvas apesar das muitas mossas já visíveis, que aquele que, no fundo, é a extensão de si próprio foi dado como obsoleto?

Lamento, mas prefiro viver em denial. Continuo a adorar o meu Powerbook G4 12''.


P.S. Aliás, sou pessoa para dizer que ainda é dos poucos que se mantém honradamente um mac e não encontram no seu coração qualquer semelhança àqueles computadores criados pela IBM e que são designados com duas letras apenas...


geek
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