Atropelei o Calimero

Não vejam isto...

quinta-feira, 11 de março de 2010 by ocondutor | 0 comentários
Eu sei que vos devia poupar às imagens que se seguem, mas já que me enganaram e levaram a olhar para o écran com curiosidade - a culpa é quase toda da música - faço-vos sentir o mesmo. Vingança. Bem, é melhor explicar ou não entendem nada.

O trailer que se segue é dum filme que vai certamente agradar a algumas meninas leitoras deste espaço, Sex and the City 2. Eu bem que devia suspeitar do lettering com brilhantesinhos e isso... Mas com aquelas imagens aéreas de Nova Iorque, um gajo até pensa que pode ser qualquer coisa de jeito - wrong. Assim que se abre a porta, senti-me violado... Enfim, vejam por vocês próprios/as e adianto já que sei bem quem são as 3 meninas que vão chegar até ao fim do trailer.




cine
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Gorillaz - Stylo

terça-feira, 9 de março de 2010 by ocondutor | 0 comentários


Uma grande malha de músia e um vídeo que é uma malha. Quem também já estava com saudades dos Gorillaz que levante o braço. Foi o que fizeram Lou Reed, Mos Def, Mark E Smith, De La Soul, Kano and Snoop Dogg, mas levantaram tanto que estão mesmo lá dentro.

Se souberem onde se pode ouvir o disco todo, mas mesmo todo avisem. Até agora só consegui descobrir 30 seg de cada uma aqui.


música
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Porque é o dia delas...

segunda-feira, 8 de março de 2010 by ocondutor | 0 comentários


música
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Hurray, man

by ocondutor | 0 comentários
Ainda me apetece falar dos óscares, contrariamente ao que tinha dito, estou muito contente. Jeff Bridges, fez o discurso mais animado da noite, man... Ainda bem que, como prometido, não lhe cortaram o pio, man... Mesmo assim, digam-me: serei o único a achar que não se disse vezes suficientes man? Agora já só falta ver o filme em causa.

Uma palavrinha ainda para outro dude, ou na língua dele Kempel, que pôde dizer alto e bom som: Über Bingo! Christoph Waltz
, sem surpresa disseram os comentadores em voz portuguesa, ganhou. Mas havia outra hipótese, pergunto eu. Ontem não liguei, mas hoje apetecia-me estar a celebrar a subida ao palco de Tarantino não só para entregar um Óscar, mas também para ir buscar o dele pelo argumento. Esperemos que seja com o regresso dos westerns a Hollywood (espero eu).

Mas quem lambeu os dedos de tanto os ter besuntado foi a lady Kathryn Bigelow. Sem querer denegrir a senhora, estes tipos que mandam nas figurinhas douradas depois de nomearem 10 filmes a pensar nos milhões, quiseram dizer que, afinal, ligam mais às obras e vai de premiar o low budget, à laia de mais criativos. No more, porque agora ela vai ter mais dinheiro para fazer cinema. Ou isso, ou foi por hoje ser ladies day - já não lhes chegava a night...


cine
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Estado de Guerra

domingo, 7 de março de 2010 by ocondutor | 0 comentários

Ah! Um gajo senta-se na sala de cinema, começa a ver as primeiras cenas, assim sem créditos de abertura nem nada, e pensa: ora aqui está um filme só pra machos, directo ao assunto, com tirinhos, bombas e testosterona ao rubro, ou não fosse este um filme de guerra e logo na guerra do Iraque.

A verdade é que (os mais cinéfilos já apanharam a linha de raciocínio) o filme é dirigido por
uma mulher (Kathryn Bigelow). Mulher essa que, ainda por cima, está nomeada para o óscar de melhor realizador ombreando com os másculos Quentin Tarantino, Lee Daniels, James Cameron (ex-marido ainda por cima) e Jason Reitman. Não deixa de provocar um certo gozo pensar que ainda lhes leva o objecto de adorno (vulgo óscar) no terreno deles. Toma, vai buscar! Mesmo não sendo uma estreante nas andanças bélicas, é digno de nota.

Mas amiguinhos, não nos fiquemos apenas pela curiosidade, o filme tem peso para isso e muito mais, ou não tivesse 9 nomeações incluindo melhor filme. Bastam 5 minutos para perceber que não se trata duma realização qualquer, eu senti mesmo que andava ali no meio deles e sempre com uma atenção não só para a acção como para as expressões faciais e os sentimentos de cada personagem. Para ajudar à festa, um tal de Jeremy Renner, uma daquelas caras que dispõe sempre bem em filmes de guerra, saca duma interpretação que sim senhor! Em suma: é um grande filme de guerra, sem ser o típico filme de guerra.

Spoiler Alert: Não resisto sair sem partilhar aquele que é para mim o momento do filme e o resumo da lavagem cerebral que às vezes levamos... O sargento James (Jaremy Renner) brinca com o filho ainda bebé depois de voltar a casa:
JAMES
"The thing is, son. One day you’ll understand that when you start out like you are now, you love everything. You love your Mommy and your Daddy. You love your bobba. You love your blanket. You even love your little crib, and these dumb toys. But as you get older some of the things you love don’t seem special anymore. That bobba is one day just going to look like an ordinary plastic bottle to you.
And the older you get, the
more this happens and the fewer things you love. And by the time you get to be my age, sometimes you only love one -- or two -- things".

cine
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Citroën DS3

by ocondutor | 3 comentários
Gosto muito do carro e gosto muito dos anúncios Anti Retro que em boa hora foram vendidos com o rótulo de polémicos porque o popó merece ser admirado. Eu já andei por aqui a configurar o meu. Senhores da marca francesa será que dá pra ter um destes dispensando o passatempo, oh faxavor?



Para o caso de se porem com insinuações, garanto-vos que não há aqui dedo de "Diva" nenhuma. Apeteceu-me.

net, pub
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Nobody fucks with the Jesus!

sábado, 6 de março de 2010 by ocondutor | 0 comentários
A propósito dumas certas emoções benfiquistas, culpa do treinador, tenho repetido até à náusea a frase em cima. Depois de muito adiar, lá fui rever The Big Lebowski. Saudades é dizer pouco. Em que outro filme poderemos vibrar tão intensamente ao som de Gipsy Kings, ainda por cima com uma versão manhosa do Hotel California dos Eagles?


A única maneira airosa de justificar tamanho destaque nesta altura é mesmo puxar isto para o lado da nomeação do grande "Dude", que é como quem diz Jeff Bridges, para a conquista duma daquelas figurinhas do tio Óscar. Contrariamente àquilo que possam pensar, inclino-me mais para o lado dos que preferem que ele mantenha a imagem do humilhado outsider (assim à laia de quem nunca recebe de volta o tapete) para poder continuar a fazer papeis como este que, não tendo muito tempo de antena, é enorme. Para o caso dos rapazes da academia não me fazerem a vontade, proponho, pelo menos, um discurso de agradecimento que comece com as sábias palavras: Let me tell you something, pendejos...


cine
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The coast is clear

by ocondutor | 0 comentários
Que me desculpem os três ou dois que já sentiam o leitor de feeds mais leve e o um que carregou isto durante semanas sem ver nada de novo, mas vou continuar a encher aqui o cantinho com posts sobre tudo e coisa nenhuma, com muita palha e pouco interesse... Resumindo, e poupando-vos a leituras desnecessárias, sem nexo nenhum.
Tive de deixar entrar por aqui adentro uns senhores vestidos de branco e munidos de máscaras de gás e aspersores. Havia por aqui um elevado nível de radioactividade mental que era preciso colocar em níveis considerados suportáveis porque normais nunca serão. Mas está tudo bem, não se preocupem - não é que tivessem perguntado, já sei.

E era isto. Isto e agradecer à galinha que me segue e, por causa disso, está a afectar a saúde dos seus pintos.

vida
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