Acabo de ler que o Vaticano considerou a máquina de lavar roupa como a melhor coisa para a libertação da mulher durante o século XX. Antes de começarem a levantar os pés do chão com raiva, falta dizer que o artigo "A máquina de lavar e a libertação da mulher - ponha o detergente, feche a porta e relaxe" do l'Osservatore Romano foi escrito por uma mulher.
Está visto que no Vaticano se conhece a fundo os problemas da humanidade e tendo em conta que se assinalou ontem o Dia Internacional da Mulher e que isto me cheira a artigo para celebrar a data, esta eleição tem muito que se lhe diga.
Lá pelo Vaticano, parece ser do desconhecimento geral que fazer separação da roupa por cores, por tecidos, escolher o programa correcto, a temperatura, o detergente para roupa de cor, escura, branca, delicada, o amaciador, o anti-calcário, os aditivos, saber se é preciso ou não pré-lavagem, ufa... É tudo menos libertador. Mas temos de lhes dar um desconto porque só em áreas muito seleccionadas dão "emprego" a mulheres, por isso, a igualdade de acesso das mulheres ao mercado de trabalho está fora de causa; anticonceptivos nem se fala...
[a preencher com outra ideias de vossa autoria, s.f.f. Não me apetece pensar...]
Olha, tu queres ver que ainda ninguém lhes foi lá fazer uma demonstração da Bimby? Meninas promotoras, olhem o nicho de mercado. Depois não digam que este espaço não é útil.



1 comentários:
Sabes que eles nunca devem ter lavado algo na vida, tirando o próprio corpinho (quando aplicável)...
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